Responsabilidade Social nas empresas: como ela é praticada?

A responsabilidade social é quando uma empresa contribui voluntariamente para a sociedade e para o meio ambiente, proporcionando uma melhoria na qualidade de vida e bem-estar das pessoas.

No Brasil, a conscientização sobre responsabilidade social emergiu durante o período neoliberal, caracterizado por desafios sociais como desigualdade, corrupção e alto desemprego. Diante desses problemas, as empresas passaram a buscar um compromisso com a geração de processos e produtos que não impactassem negativamente o meio social e ambiental, indo além da missão econômica. 

A Associação de Dirigentes Cristãos de Empresas do Brasil (ADCE) desempenhou um papel crucial ao interpretar o termo social como um compromisso estratégico, integrando-o à programação das empresas. Isso colocou em foco a consciência dos gestores em relação à responsabilidade social, desencadeando o envolvimento das empresas com questões sociais em suas atividades. 

Embora as discussões sobre responsabilidade social nas organizações no Brasil remontem à década de 1970, as contribuições mais significativas ocorreram na década de 90. A produção acadêmica e a criação de organizações, como o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, o Instituto de Cidadania Empresarial e as Federações Industriais em diversas regiões, testemunharam um crescimento expressivo.

O conceito de responsabilidade social passou por uma evolução ao longo das últimas décadas. Howard Bowen, em 1953, introduziu o termo “responsabilidade social corporativa”, definindo-a como às obrigações dos homens de negócios em adotar orientações compatíveis com os valores da sociedade. 

Até os anos 70, gestores corporativos resistiram à adoção da responsabilidade social, enxergando-a como um custo sem retorno lucrativo, evidenciado no caso Ford versus Dodge. No final dos anos 90, o tema tornou-se universalmente aceito, promovido por todos os setores da sociedade, de governos e corporações, organizações não governamentais e consumidores individuais. Com a evolução, a responsabilidade social tornou-se associada aos objetivos organizacionais amplos, como reputação e gestão de stakeholders, diferindo da visão anterior.

 Além disso, estabeleceu-se uma correlação positiva entre o comportamento socialmente responsável e o desempenho econômico das organizações, destacando maior conscientização ambiental, cultural e antecipação às regulamentações.

 A ampliação do conceito envolve o desenvolvimento de políticas e práticas claras que refletem a responsabilidade de negócios para o bem da sociedade. Da perspectiva inicial centrada nos acionistas, a responsabilidade social evoluiu para atender às expectativas de todos os stakeholders, visando tornar a sociedade sustentável. 

A responsabilidade social também é vista, por muitos, como uma influenciadora da imagem da organização. Dessa forma, quando as práticas sociais são conduzidas de maneira eficaz, elas asseguram a consolidação e o destaque da imagem da organização perante os stakeholders, impactando positiva ou negativamente essa relação.

 É crucial destacar que a responsabilidade social corporativa deve considerar os valores éticos e morais inseridos na cultura do país. No Brasil, apesar dos desafios, a responsabilidade social está gerando novas perspectivas no meio empresarial,promovendo uma mentalidade de valorização da boa conduta empresarial, onde a eficiência das atividades operacionais, a competitividade e o lucro estão alinhados à preservação do meio ambiente, à cidadania e à ética.

A ISO 26000 foi a primeira norma internacional de responsabilidade social. É aplicável a empresas de diferentes setores, portes e localidades. O objetivo da ISO 26000 é orientar as empresas na implantação de políticas, práticas e princípios de Responsabilidade Social Corporativa. A sua proposta é servir como um importante norte para as corporações e não com objetivo de certificação. 

Os sete princípios da ISO 26000 são: 

• Responsabilidade
• Transparência
• Comportamento Ético
• Consideração pelas partes interessadas
• Legalidade
• Normas Internacionais
• Direitos Humanos

Desafios para a Responsabilidade Social nos Negócios: 

Adotar uma postura ética e socialmente responsável exige conscientização e engajamento em todos os níveis organizacionais: estratégico, tático e operacional.
A mudança é parte integrante desse processo, e a oferta de produtos e processos produzidos de maneira ética, sem impactos negativos na sociedade, resulta em inúmeros benefícios para as organizações.

Instituto Ethos: Pioneiro na Promoção da Responsabilidade Social Empresarial 

O Instituto Ethos, fundado em 1998 por empresários e executivos de São Paulo, é um destaque nacional na promoção da responsabilidade social empresarial. 

Sua missão é mobilizar e sensibilizar as empresas para uma gestão socialmente responsável, contribuindo para uma sociedade justa e sustentável. 

O Instituto Ethos não atua como entidade certificadora, mas orienta as empresas associadas, oferecendo atividades, fóruns e acesso a práticas exemplares. Destaca-se por promover o comportamento ético e socialmente responsável, reconhecendo as responsabilidades das empresas para com seus stakeholders. 

O instituto enfatiza a importância do desenvolvimento sustentável, incentivando práticas que reduzam o impacto ambiental e contribuam para o bem-estar social.

Internacionalmente, órgãos como o Índice Mundial de Desenvolvimento Sustentável Dow Jones monitoram o desempenho das empresas em sustentabilidade.

Em Uberlândia-MG alguns Projetos de Responsabilidade Social que vem se destacando muito são: Instituto Alexa, Instituto Algar, Instituto Alair Martins, Estação Vida, muitas colaborações de empresas parceiras com o Hospital do Câncer, entre outros.

Que bom que eles estão em ação, o resultado que vemos é um alto número de pessoas impactadas e com vidas transformadas e empresas crescendo de forma socialmente responsável!.

Parabéns!

Curso Glow Live Marketing

Atualmente, o mercado de trabalho está cada vez mais inovador, digital e competitivo. E para se destacar em meio a concorrência, é necessário ter um diferencial, e neste contexto, a qualificação profissional é muito importante.

Por muitos anos, bastava uma graduação para conseguir boas oportunidades. Mas, para alcançar patamares mais altos na carreira, é preciso investir em cursos livres e especializações. Dessa forma, é possível ampliar as suas áreas de conhecimento e fazer com que o seu nome seja reconhecido.

qualificação profissional não é somente uma estratégia para quem deseja manter-se no mercado, subir de cargo ou ter um aumento salarial. Ela também é uma maneira de inovar, pensar fora da caixa, arriscar horizontes ou investir em novos conhecimentos para se tornar melhor na sua profissão do que já é!

Nunca pense que não vale a pena investir em uma capacitação que talvez não seja especificamente da sua área de formação ou atuação, pois, a qualificação profissional sempre desenvolve novas habilidades, e abre sua mente para ter outras visões e campos de conhecimento que podem agregar às suas capacidades, sendo mais um ponto positivo para o currículo, para aprender, empreender e estar em evidência.

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Comunicação: o que você está transmitindo?

Comunicação é a transmissão de mensagens e significados entre um emissor (quem transmite a mensagem) e um interlocutor (quem recebe a mensagem). Isso compreende qualquer método usado para estabelecer esse contato, seja com a fala, um gesto, pela escrita, desenhos, movimentos, entre outras coisas.

Uma pessoa com uma boa habilidade de comunicação consegue transmitir e receber informação com mais clareza. Ou seja, ela entende mais facilmente o que os outros tentam comunicar e compreende melhor o que recebe.

Existem 4 tipos de comunicação que você utiliza no seu dia a dia:

1. Verbal: é a comunicação falada, em que você usa palavras para expressar o que pensa e sente. Inclui não só palavras, mas também o tom e intensidade. É a mais usada no dia a dia e a que mais afeta sua relação com as pessoas e clientes.

2. A Não-Verbal é a que ocorre sem fala expressa, como a linguagem corporal, e que também pode modificar a forma como a sua linguagem verbal é recebida. Braços cruzados, por exemplo, indicam alguém mais defensivo.

3. A Escrita é quando você transforma a linguagem falada em escrita, em e-mails, blogs, anúncios, entre outros espaços. Também tem o benefício de deixar tudo registrado para referências futuras.

4. A Comunicação Visual é o uso de formas, imagens e movimento no lugar de apenas palavras para se comunicar. Pode-se dizer que é um tipo de comunicação não-verbal, só que mais específica.

Cada um desses tipos tem suas aplicações, assim como vantagens e desvantagens. Há momentos em que um método é mais eficiente que outro para transmitir a mensagem que você quer, por exemplo. Por isso é importante dominar todos eles e saber quando usá-los para melhor transmitir sua mensagem.

E você? Como você anda transmitindo sua comunicação? Você sabe usar os diferentes tipos de comunicação?

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